Cara, mais uma vez viajamos eu, Pedro, Fabber, Chicão, Santos e Mariana para Teresópolis, para a casa da irmã e do padrinho do Fabber, para comemorar o aniversário deste último. Enchi a cara de chocolate na ida, além de ficar um bom tempo falando sobre "Réquiem para um Sonho" (OBS: Vejam!!!!!) e me aborrecendo com o Santos por ele ter me chamado de "arrasadinho", falando sobre a minha "fase ruim". Lá pelas tantas passamos a nos entender quando começamos a falar sobre histórias em quadrinhos, desenhos antigos, etc. (OBS. 2: Depois eu falo sobre minhas teorias!). A casa estava cheia, com muita gente legal! Mas... faltava algo, faltava aquele que nos garante boas risadas: Manel. Quando ele chegou, foi uma alegria só: os esporros da Carla estavam garantidos, e os comentários sem-noção tembém. Eis que surge a primeira palavra marcante da viagem: "instituição". Ex. "O Manel é uma instituição nesta casa!" A tarde foi ótima e passou bem devagar, brincamos de "Eu sou...", jogamos Mau-mau (Show!) e de quebra eu ainda achei uma boa parceira de bebida, a Mariana, que sempre me acompanhava (e ela é que tinha fama de "esponja"!). Chicão fez um desenho muito irado para mim: um Eduardo estilo mangá! Show! Valeu Chicão! Vocês já devem estar sentindo falta dela, aquela que evoca o famoso climão: a Conga! Ela não demoraria a aparecer. Enquanto Fabber tentava dormir um pouco, começou uma briguinha boba pelas camas, que terminou com o Chicão e o Santos em cima do Fabrício (imaginem só o tamanho da Conga!) e um Fabrício p. da vida!!! Quando resolvemos deixá-lo em paz, ele perdeu o sono (para variar...) e passou a não deixar ninguém dormir também... Resultado: na night, que rolou na mesma boate da outra vez [visto que era impossível entrar em uma outra (que parecia ser melhor), tamanho o número de "celebridades" presentes], o "Bonde do Zero a Zero" (definição da Mariana para o nosso grupo...) estava meio sonolento. Mas desta vez o lugar estava bem melhor, com bem mais gente e música muito melhor, com uma banda tocando ao vivo (momento auto-esculhambação: o nome da banda era "Meatos", e a besta aqui entendeu "Beatos". "Beatos de que?", dizia um abobado Eduardo...). Desta vez não houve danças esquisitas (lembram-se no Anarriê?), nem professores de lambaeróbica... Quando dois de nós, Mariana e eu, finalmente tínhamos vencido a sonolência, deu vontade de ir embora. Na volta, mais cachorros (que nem a outra vez!), Pedro rosnando para eles, Santos achando que o cachorro que acompanhava a gente (sim, isso mesmo!) estava tentando nos "proteger" de "algo"... Voltamos cansados, mas ainda assim tivemos uns dois dedinhos de prosa. Chicão e Santos foram dormir, enquanto que Pedro, Fabrício (que parecia estar dormindo, mas na verdade estava de olho em tudo!), Mariana e eu ficamos assistindo a corrida de Fórmula-1. Altas estratégias foram discutidas entre eu e Pedro. Eu adiava a minha hora de dormir ao máximo, visto que quem estaria "me esperando" na cama era o Santos! Putz, ninguém merece! Mas ele ia dividir metade da cama, não tinha outra escolha! Pedro foi dormir, ficamos ainda Fabrício (acordado, sim senhor!), Mariana e eu. Só fui dormir quando o sol estava claro, e o Santos ainda estava acordado! Fim do primeiro ato, ou melhor, dia!
Segundo dia: Todos acordaram tarde, menos eu e Santos, que trocamos algumas boas idéias pela manhã. Ele ficou um bom tempo analisando a psiquê dos convidados-do-Fabber... Duro foi ele me chamar de "macho aceitável" (não me sacaneiem, isso tem um bom motivo), ou de se referir a mim como aquele que "não tem problemas psicológicos aparentes". Ninguém merece. Estava um sol de rachar crânio, mas quando troquei de roupa e pulei na piscina, uma ENORME nuvem negra saída sei-lá-de-onde tomou os céus de Teresópolis e impediu a piscina... Ainda tive que engolir o comentário altamente pertinente do Fabrício quando ele acordou, dizendo "Vocês pensam que eu estava dormindo, é?" ou algo parecido... Silêncio (ele tinha razão!), depois risadas! Churrasquinho legal, depois uma preguiceira só, que acabou em uma sessão de fotos, digamos, "espontâneas"... Esse dia acabou sendo o dos apelidos (vou dedurar mesmo!): Pedro virou "Lorde Poodle" (somatório de "Lorde", apelido surgido na festa "surpresa" para ele e a Angel, com o aspecto de seu cabelo...), Chicão virou "Barney Erótico", "Glória Trevi" (pela atenção dele com as crianças aborígenes...) e "Bernardete" (filha de "Lorde Poddle" e Santos, na viagem de volta...). Os outros passaram sem apelidos (ufa!). Viagem de volta, todos meio mortos, eu principalmente (dormi com as pernas no meio do caminho do ônibus, dormi enquanto a Mariana falava comigo...), mas com aquela certeza de que o fim de semana tinha sido show de peteca! Fim de ato dois, com muito orgulho! Mais uma vez, valeu Fabrício, pelo ótimo fim de semana! Abraços e não levem a mal o tamanho do post!