Um blog Experimental, sem nenhuma preocupação com o que é certo ou errado - como na ciência experimental, tudo aqui é relativo... Relativo a mim!

sábado, março 27, 2004

Música em japonês!

Certa vez uma amigo meu gravou um CD com músicas instrumentais, músicas em japonês, temas de jogos, etc. Gostei muito de uma música que eu não entendia nada (Tame tame tame sei lá o que...), e só agora descobri que ela é de Samurai X, um anime maneiríssimo. Achei a letra e além de postar aqui, estou aprendendo a cantá-la (putz...)! Se alguém souber que grupo canta essa música e tiver outras, me digam, pois achei o som maneiríssimo! Aí vai, "Dame!":

Machiuchi doko demo uso bakari
Hyakunen mae gara shouchi da yo
Ima sara aki kan keru kurai
Dare demo dekiru

Ai wa nagusame no
Dougu nanka ja nain da shi

DAME DAME DAME de dame na hito ne
Ittai nani o yatteiru no?
Un ja nai TSUKI ja nai
Motto jitsuryoku misete

DAME DAME DAME ne ONNA wa mou
Sonna OTOKO ja kanjinai
Itsudatte KURA-KURA toki sou na hodo
OTOKO ni natte choudai

Socchi no katte de yobidashite
Sakki kara tameiki bakari ja ne
Zen-zen tanoshimenai ja nai
Nasakenai kao

Usui aijou de
Manzoku shite cha owari da shi

DAME DAME DAME to darashinai ne
ATASHI sonna ni hima ja nai
Hakkiri to ieba sou yume no nai
YATSU saitei

GIRI-GIRI-GIRI no GIRI-GIRI made
Jibun no koto o shinjite yo
Sono kokoro kazari ja nakattara ne
OTOKO o misete choudai

Hito wa dare demo kizutsuite
Ookiku naru mono deshou?
Kairete mo mata hai ageru
Sore demo dame nara sono toki
ATASHI ga dakishimete ageru kara ii ja nai no yo

DAME DAME DAME de dame na hito ne
Ittai nani o yatteiru no?
Kono tsugi wa tsunai toko
Motto kicchiri misete

DAME DAME DAME ne ONNA wa mou
Sonna OTOKO ja hore nai yo
Itsudatte KURA-KURA toki sou na hodo
OTOKO ni natte choudai

Solidão...

Putz, ninguém mais vem aqui... Só a Juliana "Turquesa", que acaba de ganhar um link para seu blog ali do lado. Se continuar desse jeito, vou aproveitar para fazer um monólogo... Ah, e não é só porque os posts estão grandes que vocês vão esquecer de comentar nos que estão lá em baixo, não é? Espero uma enxurrada de comentários ("Sonhar, não custa nada...")! Até a próxima!

"Paixão de Cristo"

OBS. Este post pode não ser adequado a católicos fervorosos. Na quinta, cheguei na UFRJ às 8:00 e me deparei com um bilhete do professor informando que ele estaria fazendo experimentos e não poderia dar aula. Legal! Legal? Bom, eu ainda tentei ser útil ao Brasil fazendo uns relatórios de Farmacologia, que ficaram prontos lá pelas 9:00 da manhã! Tinha seminário ao meio-dia, mas resolvi matar! Não deu outra: 12:05, minha orientadora (não a minha chefe!) me ligou. Nem atendi. Fui almoçar com a Viviane e, como não queria ir para casa, fui até o Ilha Plaza. Lá liguei para a Mariana que, mui gentilmente, me fez companhia (afinal ela estava do lado de casa!). Acabamos indo ver "Paixão de Cristo", de Mel Gibson (isso mesmo! Além de "Máquina Mortífera" ele também tira uma onda de diretor), com Jim Caviezel e Monica Bellucci (Mamma mia!). IM-PRES-SI-O-NAN-TE! Sério, demais o filme. Atenção spolier: Mel Gibson tem seu mérito ao fazer um filme simples, rico em detalhes, sem a valorização exacerbada da vida de Cristo tão comum à Igreja Católica. O filme não trata da vida de Cristo, mas sim do episódio conhecido como a Paixão de Cristo (lógico, este é o nome do filme). Cenas muito interessantes, como a que Jesus pisa em uma cobra ("...pisarás o leão e a serpente..."), ou a que pede que Pedro largue sua espada e cura a orelha ferida de um soldado romano ("...aquele que vive pela espada pela espada morrerá..."). O filme me fez pensar, do alto (ou seria do "baixo"?) do meu ceticismo e cientificismo, que, se realmente a Paixão de Cristo existiu ela ocorreu exatamente da maneira retratada no filme. Fantástico o fato do filme ser falado em duas línguas, aramaico e latim. Cenas altamente chocantes e impressionantes, como a das quarenta chibatadas a que Jesus é submetido (contadas uma a uma em latim) ou a que, já na cruz, ele é defendido por outro crucificado, e responde que eles estarão juntos em breve. A crueza com que os detalhes dos castigos físicos e a crucificação são mostrados assusta até os mais durões. Eu mesmo tive vontade de chorar em algumas das cenas. A vida do Jesus de Nazaré (a Santa Ceia, o apedrejamento de Maria Madalena, o Santo Sudário...) é mostrada apenas em flashbacks, sem nenhuma supervalorização! Na verdade, para mim, um dos grandes méritos é justamente este! Esperava inclusive uma cena "fantástica" da Ressurreição, mas não, foi uma cena extremamente simples e técnica, objetiva e excelente! Até o Satanás faz umas pontas no filme (meio desnecessárias...)! Não vi muito do tão propalado anti-semitismo, mas a cena em que Jesus é levado como herege, já castigado, pelos sacerdotes judeus aos romanos, é crítica para tal argumento. Pergunta-se se os judeus desejam ver "Jesus, homem acusado de heresia" ou "Barrabás, cruel assassino" livre, e os judeus respondem "Barrabás, o assassino!". Pergunta-se que castigo os judeus desejam para Jesus, e os judeus escolhem "Crucificação!" Estranho para mim foi a placa pregada à cruz; eu aprendi e já vi imagens com as iniciais I.N.R.I (Iesus Nazarenvs Rex Ivdaeorvm), mas no filme aparecia escrito por extenso! Alguém pode me esclarecer isso? Por favor me perdoem por contar assim o filme (mas bem que eu avisei que era spoiler!), mas foi necessário. Parem de fazer o que quer que estejam fazendo e vão ver o filme. Vou estragar mais ainda sua diversão, contando o final do filme: Ele morre no final!!! E depois ressucita!!!!! Ahm, foi mal pela piadinha, mas foi para descontrair...



Faculdade pública...

Bom, eu não tenho muito a reclamar da UFRJ, mas esse é para quem reclama de faculdade particular. Resumo bate-bola-jogo-rápido da semana:

Segunda: aula de Física pela manhã. Tarde, C.A., truco, mau-mau e Mangue até às 11:00!

Terça: não fui ao estágio. Cortei o cabelo e fiz a barba (?).

Quarta: aula de Parasitologia pela manhã, seminário rápido à tarde, seguido por uma chopada.

Quinta: sem aula o dia inteiro (ver próximo post).

Sexta: até ia trabalhar, mas estragaram o líquido de cintilação do lab, e não pude fazer nada. C.A., truco e chopada de Medicina (argh...) até às 7:00!

sexta-feira, março 26, 2004

Teresópolis 2.0!

Cara, mais uma vez viajamos eu, Pedro, Fabber, Chicão, Santos e Mariana para Teresópolis, para a casa da irmã e do padrinho do Fabber, para comemorar o aniversário deste último. Enchi a cara de chocolate na ida, além de ficar um bom tempo falando sobre "Réquiem para um Sonho" (OBS: Vejam!!!!!) e me aborrecendo com o Santos por ele ter me chamado de "arrasadinho", falando sobre a minha "fase ruim". Lá pelas tantas passamos a nos entender quando começamos a falar sobre histórias em quadrinhos, desenhos antigos, etc. (OBS. 2: Depois eu falo sobre minhas teorias!). A casa estava cheia, com muita gente legal! Mas... faltava algo, faltava aquele que nos garante boas risadas: Manel. Quando ele chegou, foi uma alegria só: os esporros da Carla estavam garantidos, e os comentários sem-noção tembém. Eis que surge a primeira palavra marcante da viagem: "instituição". Ex. "O Manel é uma instituição nesta casa!" A tarde foi ótima e passou bem devagar, brincamos de "Eu sou...", jogamos Mau-mau (Show!) e de quebra eu ainda achei uma boa parceira de bebida, a Mariana, que sempre me acompanhava (e ela é que tinha fama de "esponja"!). Chicão fez um desenho muito irado para mim: um Eduardo estilo mangá! Show! Valeu Chicão! Vocês já devem estar sentindo falta dela, aquela que evoca o famoso climão: a Conga! Ela não demoraria a aparecer. Enquanto Fabber tentava dormir um pouco, começou uma briguinha boba pelas camas, que terminou com o Chicão e o Santos em cima do Fabrício (imaginem só o tamanho da Conga!) e um Fabrício p. da vida!!! Quando resolvemos deixá-lo em paz, ele perdeu o sono (para variar...) e passou a não deixar ninguém dormir também... Resultado: na night, que rolou na mesma boate da outra vez [visto que era impossível entrar em uma outra (que parecia ser melhor), tamanho o número de "celebridades" presentes], o "Bonde do Zero a Zero" (definição da Mariana para o nosso grupo...) estava meio sonolento. Mas desta vez o lugar estava bem melhor, com bem mais gente e música muito melhor, com uma banda tocando ao vivo (momento auto-esculhambação: o nome da banda era "Meatos", e a besta aqui entendeu "Beatos". "Beatos de que?", dizia um abobado Eduardo...). Desta vez não houve danças esquisitas (lembram-se no Anarriê?), nem professores de lambaeróbica... Quando dois de nós, Mariana e eu, finalmente tínhamos vencido a sonolência, deu vontade de ir embora. Na volta, mais cachorros (que nem a outra vez!), Pedro rosnando para eles, Santos achando que o cachorro que acompanhava a gente (sim, isso mesmo!) estava tentando nos "proteger" de "algo"... Voltamos cansados, mas ainda assim tivemos uns dois dedinhos de prosa. Chicão e Santos foram dormir, enquanto que Pedro, Fabrício (que parecia estar dormindo, mas na verdade estava de olho em tudo!), Mariana e eu ficamos assistindo a corrida de Fórmula-1. Altas estratégias foram discutidas entre eu e Pedro. Eu adiava a minha hora de dormir ao máximo, visto que quem estaria "me esperando" na cama era o Santos! Putz, ninguém merece! Mas ele ia dividir metade da cama, não tinha outra escolha! Pedro foi dormir, ficamos ainda Fabrício (acordado, sim senhor!), Mariana e eu. Só fui dormir quando o sol estava claro, e o Santos ainda estava acordado! Fim do primeiro ato, ou melhor, dia!

Segundo dia: Todos acordaram tarde, menos eu e Santos, que trocamos algumas boas idéias pela manhã. Ele ficou um bom tempo analisando a psiquê dos convidados-do-Fabber... Duro foi ele me chamar de "macho aceitável" (não me sacaneiem, isso tem um bom motivo), ou de se referir a mim como aquele que "não tem problemas psicológicos aparentes". Ninguém merece. Estava um sol de rachar crânio, mas quando troquei de roupa e pulei na piscina, uma ENORME nuvem negra saída sei-lá-de-onde tomou os céus de Teresópolis e impediu a piscina... Ainda tive que engolir o comentário altamente pertinente do Fabrício quando ele acordou, dizendo "Vocês pensam que eu estava dormindo, é?" ou algo parecido... Silêncio (ele tinha razão!), depois risadas! Churrasquinho legal, depois uma preguiceira só, que acabou em uma sessão de fotos, digamos, "espontâneas"... Esse dia acabou sendo o dos apelidos (vou dedurar mesmo!): Pedro virou "Lorde Poodle" (somatório de "Lorde", apelido surgido na festa "surpresa" para ele e a Angel, com o aspecto de seu cabelo...), Chicão virou "Barney Erótico", "Glória Trevi" (pela atenção dele com as crianças aborígenes...) e "Bernardete" (filha de "Lorde Poddle" e Santos, na viagem de volta...). Os outros passaram sem apelidos (ufa!). Viagem de volta, todos meio mortos, eu principalmente (dormi com as pernas no meio do caminho do ônibus, dormi enquanto a Mariana falava comigo...), mas com aquela certeza de que o fim de semana tinha sido show de peteca! Fim de ato dois, com muito orgulho! Mais uma vez, valeu Fabrício, pelo ótimo fim de semana! Abraços e não levem a mal o tamanho do post!

quinta-feira, março 25, 2004

Chapa Quente derrotada nas eleições!

Alguns meses atrás resolvi deixar de ser tão passivo e me candidatei a uma vaga no Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho, o C.A. de Biomedicina. Montamos uma chapa concorrente (pela primeira vez existiram eleições!!!), na qual eu seria o Diretor de Imprensa e Divulgação (nada a ver comigo, não acham?). Achei que contávamos com apoio maciço, mas para minha surpresa, fomos derrotados nas urnas. Foi um processo justo, no qual deu para se tirar algumas boas lições. Mas o que eu não entendo é: se todos reclamavam, diziam que o C.A. estava horroroso, sujo, fechado (às vezes...), com as contas escondidas e (talvez...) fraudadas, as reuniões eram fechadas, e blá blá blá, porque raios não votaram na oposição (nós)? É, o pessoal de faculdade às vezes não é tão consciente assim...

Post sério...

Bom, este "Post sério..." é só para mostrar a diferença que faz uma pessoa consciente, que tem coragem de dizer as coisas na cara... Até o impacto da crítica (se for o caso, como foi este) é diferente. Discutindo com um amigo meu, o Fernando Real, sobre o fato postado anteriormente, meio exaltado disse: "Quem você acha que merecia um soco na cara, do pessoal da minha turma?" OBS: Ele insistia para que dissesse quem tinha sido o pivô da discussão. Ele, sinceramente, respondeu (agora vou transcrever o diálogo):

Real: "Pô, você!"

Edu: "Eu, cara, porque?"

Real: "Não sei, você é muito passivo. Essa babaquice toda contigo, por exemplo? Porque você não manda um foda-se para todo o mundo?"

Edu: "Real, eu já sou um cara meio excluído, então não posso fazer isso, senão as pessoas iam me isolar ainda mais..."

Real: "Nada a ver! Você tem umas atitudes que não condizem com você, que parecem meio forçadas. Por exemplo, porque você não quebrou de vez o Paulo Ricardo assumindo que ficou com a Dani?

Edu: "Talvez você esteja certo. Mas a minha mudança de comportamento está sendo uma coisa necessária. Ninguém agüentava mais minha depressão, minha introspecção. Então resolvi brincar mais, falar mais, me expor mais, ser mais espontâneo... Aí vem essa gente babaca do curso e me dá um monte de apelidos ridículos!"

Real: "É, já faz um tempo que eu não falava com você, então você deve estar mudando. mas ainda falta muito..."

Bom, o resto realmente não interessa. O cara me chamou de passivo, de forçado, disse que minhas atitudes não condizem comigo e que eu merecia um soco na cara! Mas ele falou tudo para mim, numa discussão amigável, frente a frente. Valeu mesmo, Real. Amigo é para essas coisas.

Post sério...

Na verdade estou feliz demais para fazer post sérios, mas ainda assim algumas pessoas conseguem me tirar do sério. Houve um trabalho em grupo, de dez (DEZ!) pessoas, na qual apenas três se propuseram a apresentar. Tudo OK, ficou decidido que todos resumiriam uma parte do artigo (uma porcaria cheia de erros e desatualizada, por sinal) e enviariam para uma pessoa da lista, que juntaria tudo e passaria para os apresentadores. Tudo ótimo, mas até sexta-feira eu não sabia o que teria de resumir, ninguém "me encontrou" na faculdade o dia inteiro... No fim de semana viajei para Teresópolis (que foi fantástico, por sinal!) e me desestressei completamente disso. Segunda me informaram qual seria minha parte, terça de manhã terminei meu resumo e o enviei. Tudo parecia estar ótimo. Mas na hora da apresentação, vejo algumas falhas, alguns improvisos, etc. No final, um dos apresentadores diz em voz alta: "Também, ninguém fez porra nenhuma!" Pronto. Algumas pessoas do grupo (por acaso, os melhores amigos da pessoa), sentindo-se ofendidas, reclamam e começam uma pequena discussão. Eu, não muito a fim de estresses (afinal, estou de bom humor!) dou as costas e vou-me embora. Eis que escuto "... o Eduardo... foi o último a entregar... nada apareceu na minha mesa..." Puta que pariu, vai pro inferno! Odeio meu nome sendo falado nas minhas costas, ainda mais por uma pessoa que faltou à aula na qual o trabalho foi passado, não "me encontrou" na faculdade na sexta, não me enviou e-mail (sábado pela manhã, antes de viajar chequei meus e-mails...), foi estúpido com seus melhores amigos e ainda diz em voz alta, para os professores escutarem, que "Também, ninguém fez porra nenhuma!"! Porque simplesmente não chega na minha cara e diz que eu fui o último, que eu deveria apresentar esta parte, ou qualquer outro argumento civilizado e razoável? Oh hell...

sábado, março 20, 2004

Hero Futebol Clube!

Promessa feita, promessa cumprida. Esse time surgiu de uma brincadeira de infância, onde meu irmão Rodrigo, meus primos Henrique e Felipe (meus primos mais próximos, e irmãos) e eu queríamos ter o nosso próprio clube de futebol. Buscando algo com nossas iniciais H, F, E, R, não saiu nada que prestasse, até que "excluímos" o Felipe e surgiu o H.E.R.O. Como o "O" não significava nada, acabou virando Hero Futebol Clube mesmo. Nele "jogam" os nossos primos, e nós já fizemos "partidas" contra o Flamengo, CFZ do Rio, etc. É de lei nós construírmos o time em qualquer jogo de futebol de videogame que possa editar os times! Eu sou o cabeça-de-área do time, e distribuo bordoadas além de ajudar na marcação e dar alguns chutes de fora da área. E ainda acumulo a função de técnico do time! O mais maneiro é que essa história já deve ter uns 10 anos de existência, e a gente ainda lembra e dá o maior valor para ela! As nossas cores oficiais são verde e preto, e nosso escudo tem as iniciais H.F.C. Um dia posto aqui um modelo dos nossos uniformes. E no Hattrick, site onde se joga futebol virtual contra equipes controladas por pessoas de verdade, esse é o meu time! Ele vai de vento em popa, apesar de uma goleada que levei de um time de uma divisão superior na Copa do Brasil. Mas eu viro o jogo! Até a próxima!

Atualiza, atualiza!

Antes que o bordão acima comece a aparecer por aqui (não sei vocês, mas para mim ele soa como "Experimenta, experimenta!") vou tratar logo de atualizar isto aqui! Como prometido, minha visão sobre "Aurora: o Crepúsculo dos Gêmeos", peça que assisti domingo passado. Peça interessante, de diálogos fáceis e divertidos. Baseada em "Esaú e Jacó", foi escrita para Rodolfo Bottino e Guilherme Leme (gente, eu só lembrava dele em Vamp, isso se eu não estiver enganado!) para brincar com o fato de que eles sempre são confundidos (fala sério, eles não têm nada a ver...). O legal é que eles fazem papéis duplos: cada um vive duas personagens, sendo que eles são gêmeos! As senhoras Angélica e Agnes são hilárias e armadoras, tias dos gêmeos Felipe e Frederico, que são bem unidos, mas de pontos de vista diferentes sobre as coisas e apaixonados pela mesma mulher, Aurora. Atenção spoiler: Aurora morreu quando eles tinham 20 e poucos anos, e eles nunca mais amaram outra mulher até que surge a "cortesã" Madame Boissonet, descoberta pelas tias e muito parecida com Aurora. Ela mexe com os brios dos gêmeos, que começam a se apaixonar por ela até que descobrem a armação das tias. Eles se livram da "messalina", e nunca mais se apaixonam por ninguém. Achei meio exagerado, pois afinal de contas as tias só queriam a felicidade deles. Uma das cenas mais hilárias é das tias discutindo: "Maaaaanca!", "Macumbeeeeeira!" Nesta parte até os atores riram bastante. No final, com o qual me identifiquei e, sinceramente, me emocionei (eu presto atenção nos pequenos detalhes das coisas...), os gêmeos, já velhinhos, explicam que muitas pessoas se livram de algumas memórias para poder continuar vivendo, mas eles, ao contrário, decidiram nunca apagar a lembrança de Aurora de suas mentes. Em suma, eles decidiram viver com ela para sempre... No final, Rodolfo Bottino estava chorando, e eu tive vontade de chorar também, mas achei melhor segurar (afinal de contas só eu devo ter enxergado alguma coisa tocante neste final...). Ótima peça. O ponto fraco ficou por conta de uma senhora que não parava de falar atrás da gente, só parando quando ela caiu no sono e começou a roncar (literalmente...). Mas foi um ótimo domingo!

terça-feira, março 16, 2004

Boêmia... Aqui me tens de regresso...

Bom, povo, estou de volta. Depois de alguns estresses nada-a-ver, estou de volta com muita coisa para falar. Primeiro, foi mal mesmo, Saphire. Infelizmente vou ter de me contrariar e fazer algumas censuras daqui para a frente. Já estava com saudades disso aqui. Segundo: festa-surpresa na casa da Mariana. Tirando o desconforto inicial (eu tenho mania de estranhar um pouco lugares novos, demoro até ficar à vontade), e a hora em que a Angel-chan sumiu "do nada", tudo foi altamente dez. Terceiro: Santos, falando sério, eu fiquei muito puto da vida com você naquela vez, mas já passou. É só vocês me deixarem esquecer que passa a vontade de quebrar sua cara (he he he...) Quarto: "Aurora: o Crepúsculo dos Gêmeos", peça que assisti no domingo (totalmente di grátis graças ao meu INPS Fabber), na sala Baden Powell, em Copacabana. Simplesmente demais. Fico devendo uma análise. Quinto: repararam que tirei a barba do meu avatar? Ficou mais clean. Sexto: finalmente estou no quinto período, visto que minha chefinha Vivian Rumjanek assinou meu relatório sem ler e me deu nota 10! Show! Sétimo (sentido...): estou anunciando um processador Athlon 950 e um cooler Volcano 6 Cu+ no Mercado Livre, a partir de R$ 1,00! Façam suas ofertas! E nem venham com críticas, aqui eu vendo o que eu quiser! Sou camelô mesmo! Oitavo: novos links, Hattrick, onde meu time de futebol virtual, o Hero Futebol Clube (que tem uma história que um dia eu conto) disputa a sexta divisão do Brasileirão! Além dos fotologs Cavaleiros do Zodíaco e O Santuário, onde tem fotos iradas e umas histórias de lutas entre os cavaleiros de ouro (o Saga está varrendo geral!!!!!). JÁ CHEGA! Até!

domingo, março 07, 2004

Post sério...

Bom, ia escrever um post sobre o niver da Saph, mas ele fica para depois... Angel, desculpas mil. Lendo os comentários do post "Trote!", logo abaixo, percebi um anônimo, me criticando sobre a minha postura ante a entrada dos novos alunos. Bom, lá nos meus primeiros posts eu disse que aceitava comentários, dicas, elogios e até broncas. Como é culpa minha mesmo e eu sou um "irresponsável" que "não sabe medir o que fazer e o que não fazer", resolvi cair na pilha e responder. Amigos, desculpem, mas vem aí uma série de grosserias desnecessárias. Então lá vai: eu aceito críticas feitas com respeito, que sirvam para meu crescimento como pessoa. Não coisas estúpidas como este comentário. Entendo que, para essa pessoa acompanhar minha vida na UFRJ, se dar ao trabalho de gastar alguns minutos de sua vida acessando meu blog pessoal, e ainda deixar um comentário anônimo (explicação: poderia obrigar as pessoas a fornecerem o nome nos comentários, mas acho isso uma restrição) ela deve gostar muito de mim! Só pessoas que são meus amigos fiéis fazem isso! Agradeço pela sua amizade e admiração pela minha pessoa. Anonimizar seu comentário só mostra aos demais (em rede mundial!) a minha força, visto que só os fracos se escondem nas sombras (que aliás, foi permitida por mim!) Agora, a parte mais séria: "Acho melhor você arrumar uma namorada o mais rápido possível senão, meu amigo, não dá.". Quem seria você, um arremedo anônimo de gente, a me dar conselhos sobre minha vida sentimental? Um psicólogo? Um guru? Que seja, não foi solicitado. Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia, diz a minha querida Voinha. Até que respeito o direito de você "ter sua opinião" e expressá-la aqui (é mais fácil escrever que falar, não é?) mas não consigo entender uma pessoa(?) que não seja capaz de dizer suas críticas abertamente. Sou aberto o suficiente para isso, minha cara (pessoa...). Portanto, me procure ou se identifique para podermos discutir suas idéias. Vamos ver se você vai manter sua postura na segunda-feira ou se vai me cumprimentar como todo bom amigo faz. Quanto a mim, não importa quem você venha a ser, vou manter minha postura. Até lá, que tal você dar uma passadinha no inferno para ver como as coisas andam por lá? Quando voltar, continue a visitar meu blog, assim ele fica mais popular!

quinta-feira, março 04, 2004

Agradecimentos!

Mais um post água-com-açúcar: já repararam como esse tal de blog serve para a gente se (re)aproximar de pessoas que a gente gosta, conhecer novas e de quebra, saber a opinião dos seus amigos sobre seus problemas? Se soubesse disso já tinha feito um há muito tempo! Valeu meu amigo de longa data Bacelar pela visita e pela consideração! Valeu meu "novo" amigo Pedro! Voltem SEMPRE! Valeu Fabber pelo post sobre a viagem! Ótima retrospectiva!

Trote!

Meus novos calouros chegaram! A rotina de trotes voltou! De repente, lembro-me que já estou há dois anos completos na UFRJ, e me dei conta de como esse tempo voou... Anteontem eu era calouro, ontem eu dei trote, hoje meus calouros são veteranos (pasmem...) e amanhã estarei formado... Mas, e daí? O que eu vou estar fazendo (que nem operador de telemarketing) depois de amanhã? Sei lá, bateu uma crise em mim hoje. Ainda não avisei, mas crises existenciais são normais entre os futuros (ou não...) biomédicos. Bateu um medo de me formar, fazer mestrado, depois doutorado, e depois? Sei lá de novo, coisas de curso novo e de carreira complicada (ao menos no Brasil). Depois explico melhor essas crises, em um "Post sério..." Não posso passar isso para os calouros... Mas tinta na cara deles (ou melhor, delas, já que de 35 totais, 27 são mulheres! Show!) eu posso! Isso é muito bom... Ficar à beira da praia, tomando uma cervejinha com os amigos, jogando um truquinho, enquanto os calouros vêm e vão. Fico nostálgico de novo (mas de novo!) e lembro de quando eu estava pintado, tímido que nem sei o que, tentando pedir dinheiro a um transeunte qualquer. Foi difícil... Mas o churrasco que vem depois vale a pena. Meu curso, pequeno (35 alunos por ano...) tem por objetivo integrar bem os alunos, e hoje posso me orgulhar de conhecer e falar com várias pessoas desde a turma de 1997 até a de 2004. Fiz boas amizades, e acho que ainda vou fazer mais. Isso é bom. Acabei me perdendo um pouco neste post, depois eu falo melhor do trote, inclusive contando como foi o meu...

terça-feira, março 02, 2004

Edu segundo Nairalice...

Cara, esse sou eu no South Park! Show de bola!!!!!


Valeu Naira, e se quiserem fazer sua caricatura também, acessem "O inferno são os OUTROS!" ali do lado. Lá tem um link para isso!

Post sério...

Daqui em diante deve ficar meio ruim para postar, mas vou tentar manter uma regularidade... Hoje, no verdadeiro dia do aniversário da Saphire (fui enganado por cinco anos!) joguei aula, calouros, chefe, laboratório e o diabo a quatro para ir ao CT encontrar com ela, na sua comemoração (da qual eu seria um completo peixe fora d'água...). Apesar de levar uma de minhas calouras, a Lisandra, e de chegar uma hora (meu deus, UMA HORA!) atrasado, tive uma das melhores visões que eu tive na minha vida recente. E aqui entra a parte séria do post. Não me recordo de ver uma pessoa tão feliz assim só de me ver. Meus amigos que me desculpem, mas nessa fase pessimista e meio solitária da minha vida (andei tendo decepções com algumas pessoas...) não lembro de ter visto uma demonstração tão grande de felicidade só pela minha mera presença naquela sala. Foi incrível, realmente. Uma mostra de que ainda existem pessoas que realmente se importam comigo... Angélica, obrigado de coração. Pessoas como você fazem com que eu ainda acredite que estou fazendo tudo certo, que não estou tão sozinho assim. Obrigado.