Um blog Experimental, sem nenhuma preocupação com o que é certo ou errado - como na ciência experimental, tudo aqui é relativo... Relativo a mim!

sábado, fevereiro 07, 2004

Terceiro post! (tá bom, já parei com isso, essa foi a última!)

Bom, aí vai um pouquinho do meu dia quase-inútil: vi um filme muito legal, "A Máquina do Tempo", com Guy Pearce e Jeremy Irons. Pearce é um viajante do tempo (e da maionese...) que constrói uma máquina do tempo a fim de mudar o passado, no qual sua mulher havia morrido (no século XIX, vejam só!). Muito interessantes os "futuros" criados pelo autor, bem como os efeitos especiais do filme. Em um deles há uma espécie de biblioteca virtual na qual fala-se com uma pessoa virtual que procura saber seus gostos, conversa com você e ainda te dá sugestões de livros! Em outro os seres humanos conseguiram destruir a Lua!!! Mais distante ele encontra duas espécies que evoluíram a partir dos seres humanos. Uma delas ataca constantemente a outra, que nada faz para reagir. Eles são conformados com isso, "é como o dia e a noite" para eles... Como assim "seres humanos" foram privados de uma de suas principais características, a de reagir, de superar situações adversas??? Maneira também é a explicação pela qual o inglês ainda é falado: os letreiros de vários prédios famosos foram guardados, e o "professor" de inglês é aquela pessoa virtual da biblioteca, que ainda existe! Em uma cena muito curiosa, o viajante põe a máquina para explodir, e ela lança várias "ondas de tempo" nos humanos agressivos (que mais parecem uruk-hais). Mas o que seriam "ondas de tempo" afinal (isso é uma denominação minha...)? A explicação pela qual o viajante não consegue seu intento vem como um golpe de porrete (atenção spoiler!): a máquina foi construída porque a mulher morreu, e se ela ficasse viva, a máquina não existiria e a viagem não seria possível! Simples, mas como ele não percebeu isso? Ele conseguiu entrar em um ciclo muito curioso e impossível de sair! Como vocês fariam para ter a mulher de volta? Bom, ainda fui ao lab repicar algumas células e no final do dia fiquei jogando conversa fora com o Fabber. Ficamos de marcar uma reunião com o pessoal: nós, Saphire, Pedro, Xavier, etc. Saph, nós vamos fazer um comboio para te pegar aí na tua terra! Saudades! CHEGA! Até a próxima!